Análises sobre os principais temas da política, da economia, da geopolítica e das disputas e tensões sociais presentes no nosso cotidiano. Conteúdo de colunista externos e também de convidados.
17 de abril de 1996 foi um dia que não terminou. Até hoje, ouvem-se os gritos e a fuzilaria medonha. Na Curva do S, corpos empilhados. Passados 30 anos, o Brasil segue matando um sem a cada 10 dias.
A sete meses das eleições, faltam horizonte e projeto em tema central. Do encarceramento em massa à impunidade dos crimes policiais; da militarização aos salários arrochados dos PMs – tudo precisa ser revisto. Eis uma proposta de roteiro.
O PSOL repudia os ataques militares dos EUA e de Israel contra o Irã, ocorridos neste sábado. Trump é uma ameaça para mundo. Trata-se de uma criminosa violação da...
Por Célio Turino, via Outras Palavras.
Escrevo navegando contra a corrente.
Antes de partir convido quem queira navegar comigo. Começo pelo Rio Madeira, partindo de Porto Velho até Nazaré, comunidade ribeirinha situada...
Por Thiago Amparo, advogado, professor de direito internacional e direitos humanos na FGV Direito SP, doutor pela Central European University (Budapeste).
Por RICARDO ANTUNES*
O que se anuncia como a modernidade do trabalho por aplicativos é, na verdade, a legalização de um arcaísmo social, onde a flexibilidade significa a morte lenta de...
17 de abril de 1996 foi um dia que não terminou. Até hoje, ouvem-se os gritos e a fuzilaria medonha. Na Curva do S, corpos empilhados. Passados 30 anos, o Brasil segue matando um sem a cada 10 dias.
A sete meses das eleições, faltam horizonte e projeto em tema central. Do encarceramento em massa à impunidade dos crimes policiais; da militarização aos salários arrochados dos PMs – tudo precisa ser revisto. Eis uma proposta de roteiro.