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Boletim Mais Lutas Agrárias

#116

Monitoramento de mídias sobre questão agrária e meio ambiente

Meio Ambiente

  • ‘Votar pelo projeto que busca enfrentar a crise ambiental’: MST começa mutirão com plantio de árvores e mobilização para as eleições

    O MST iniciou, em 19 de setembro, o Mutirão em Defesa da Natureza e da Democracia, previsto até 3 de outubro. A iniciativa reúne plantio de árvores, doação de mudas, formação política e agroecológica e mobilização eleitoral nos assentamentos e acampamentos.

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    A matéria relaciona diretamente a agenda ambiental, a agroecologia e a reforma agrária ao processo eleitoral de 2026, mostrando como a questão climática entrou nas ações de mobilização do movimento.
  • Candidatos somam 176 milhões de reais em multas por destruição do meio ambiente na Amazônia

    Levantamento de SUMAÚMA identificou 75 candidatos das eleições de 2026 com infrações ambientais na Amazônia: são 200 autuações do Ibama entre 2004 e 2026, que somam mais de 176 milhões de reais em multas.

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    Quem responde por destruir a floresta agora disputa cargos para decidir o futuro dela. Entre os nomes estão aliados de Flávio Bolsonaro, que fazem do ataque à fiscalização ambiental uma bandeira de campanha.
  • Análise: Política Nacional de Minerais Críticos não garante uma transição sem zonas de sacrifício

    Análise de Marcel Gomes aborda a nova política de minerais críticos e os riscos socioambientais associados à expansão da mineração sob o argumento da transição energética.

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    O texto é relevante para acompanhar a disputa em torno da mineração, da transição energética e dos impactos sobre territórios e comunidades tradicionais.
  • Mineradora comprou 2,3 mil toneladas de cassiterita de ‘garimpo fantasma’

    Investigação da Repórter Brasil com o Greenpeace mostra que a White Solder declarou ter comprado 2,3 mil toneladas de cassiterita de duas áreas em Campo Novo de Rondônia onde só há pasto e gado, sem sinal de mineração.

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    Garimpos que só existem no papel dão aparência legal a minério de origem suspeita. O caso reúne mineração, garimpo ilegal e falhas de fiscalização, temas centrais para o debate sobre a Amazônia.
  • Mineradora ré por garimpo ilegal na Amazônia abasteceu indústria bélica dos EUA

    A White Solder, ré por integrar esquema de garimpo ilegal de cassiterita na Terra Indígena Yanomami, exportou estanho para empresas com contratos com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

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    A matéria amplia o debate ambiental para as cadeias internacionais de minerais extraídos da Amazônia e para a responsabilização de empresas envolvidas nesse mercado.
  • ‘Tem que taxar os bilionários’: Marcha pelo Clima leva debate sobre mudanças climáticas e eleições às ruas de Brasília

    A manifestação realizada em Brasília reuniu participantes para discutir crise climática, política ambiental, participação indígena e eleições. Entre os participantes estavam servidores da área ambiental e representante indígena do povo Bororo.

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    A mobilização aproxima o debate climático do processo eleitoral e mostra a presença de organizações e povos tradicionais nas discussões sobre política ambiental.
  • Minerais críticos para quem? Uma leitura acerca da nova política mineral e a sua relação com a Consulta Prévia

    Artigo de Roberto Liebgott, do Cimi Regional Sul, aborda a Lei nº 15.506, sancionada em 16 de setembro, que instituiu a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. O texto discute possíveis impactos sobre direitos territoriais indígenas e consulta prévia.

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    O conteúdo é importante para acompanhar os efeitos da nova política mineral sobre povos indígenas, territórios tradicionais e empreendimentos de mineração.

Questão Agrária e Direitos Humanos

  • Cimi divulga posicionamento do Seminário Nacional de Formação e alerta para ameaças à democracia e aos direitos indígenas

    O Cimi divulgou o posicionamento aprovado em seu Seminário Nacional de Formação, realizado de 14 a 17 de setembro em Luziânia (GO), relacionando o processo eleitoral aos direitos territoriais indígenas, às disputas sobre marco temporal, mineração e propostas em tramitação no Congresso.

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    Em pleno período eleitoral, o documento denuncia as ameaças à soberania e à democracia e os ataques contínuos aos direitos dos povos indígenas, dentro e fora do Congresso.
  • Territórios indígenas e reforma agrária: ‘luta pela terra partilhada’ continua viva e urgente

    A reportagem relaciona o período eleitoral à crise climática, às disputas territoriais, à reforma agrária e às reivindicações dos povos indígenas. Também aborda a experiência de trabalhadores rurais que ocuparam uma área anteriormente utilizada para produção de cana-de-açúcar.

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    A matéria aproxima as pautas indígena e agrária, mostrando como território, produção de alimentos e crise climática aparecem conectados no debate de 2026.
  • Partido Político importa: como votaram as legendas partidárias sobre os direitos indígenas no Congresso

    O Cimi analisou 41.391 votos de deputados e senadores em 110 votações nominais sobre direitos indígenas, entre 2019 e 2026. Das 28 legendas analisadas, 19 votaram majoritariamente contra os povos indígenas.

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    Às vésperas da eleição, o histórico de votações mostra que escolher o partido é tão decisivo quanto escolher a candidatura.
  • Quem são os 3 candidatos já incluídos na Lista Suja do trabalho escravo

    A Repórter Brasil cruzou as candidaturas registradas no TSE com o histórico da Lista Suja do trabalho escravo e identificou três candidatos que já integraram o cadastro: um ex-vice-prefeito de Tucumã (PA), um ex-presidente da Câmara de Marabá (PA) e um vereador de Rio Branco (AC).

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    Quem já foi responsabilizado por explorar trabalho escravo agora pede voto. Conhecer o histórico das candidaturas é parte da defesa de quem trabalha no campo.
  • MPT contabiliza 463 denúncias de assédio eleitoral em todo o país

    O Ministério Público do Trabalho já recebeu 463 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho em 2026, 199 delas só em setembro. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais lideram os registros.

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    O assédio cresce à medida que a eleição se aproxima e atinge diretamente a liberdade de voto de trabalhadoras e trabalhadores.
  • ‘Plantar alimentos, proteger a vida’: a disputa ambiental nas eleições de 2026

    O MST publicou análise sobre a presença da questão ambiental no processo eleitoral de 2026, relacionando reforma agrária, produção de alimentos, agroecologia e enfrentamento da crise climática.

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    O texto apresenta a agenda ambiental como parte da disputa de projetos para as eleições e conecta meio ambiente, produção de alimentos e reforma agrária.
  • ‘Ocupar as urnas’: MST lança 16 candidaturas próprias nas eleições de 2026

    O MST lançou 16 candidaturas próprias às assembleias legislativas e ao Congresso, com representantes de 13 estados, vinculando a participação eleitoral à reforma agrária e à organização popular.

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    A reforma agrária popular também se disputa no parlamento: as candidaturas Sem Terra levam a luta pela terra para dentro das instituições.

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