Boletim Mais Lutas Agrárias
#103
Confira abaixo o boletim na íntegra:
Boletim Mais Lutas Agrárias #103 – 09 de junho
Chegamos à edição 103 do Boletim Mais Lutas Agrárias! Nessa edição, destacamos a Jornada em Defesa da Natureza e seus Povos realizada pelo MST, o aumento dos conflitos no campo – com o Brasil registrando o segundo ano mais violento desde 1985 -, e a atuação do capital financeiro na expulsão das pessoas de suas terras na cidade e no campo. Essa e outras notícias você confere na íntegra em nosso boletim!
O Boletim Mais Lutas Agrárias é uma parceria da Fundação Lauro Campos e Marielle Franco com o PSOL Maranhão, presidido pelo companheiro Reynaldo Costa, militante do MST.
Confira abaixo o boletim na íntegra:
Meio Ambiente
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MST realiza Jornada em Defesa da Natureza e seus Povos na semana do Meio Ambiente
Plantios de mudas, semeaduras aéreas, mutirões, atividades formativas e ocupações mobilizaram trabalhadores rurais em diversas regiões do país durante a semana do Dia Mundial do Meio Ambiente.
Leia a notícia completaÉ preciso lutar pela natureza e pelos que mais cuidam dela.
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MST-PR lança 4ª Jornada da Natureza com semeadura aérea de 30 toneladas de juçara na Mata Atlântica
O MST do Paraná realiza entre 1º e 6 de junho a 4ª Jornada da Natureza, com semeadura aérea e distribuição de 30 toneladas de sementes de palmeira juçara para reflorestamento da Mata Atlântica.
Leia a notícia completaUma das maiores iniciativas populares de restauração ambiental do país.
Questão Agrária e Direitos Humanos
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O Calvário do Xingu: a cruz da evangelização e a ganância que ignora a Criação
A Comissão Pastoral da Terra analisa os limites da institucionalidade eleitoral para enfrentar problemas estruturais como a concentração da terra e a violência no campo.
Leia a notícia completaArtigo relaciona devastação ambiental, concentração fundiária e resistência popular.
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Eleições 2026: governabilidade e luta popular
A Comissão Pastoral da Terra analisa os limites da institucionalidade eleitoral para enfrentar problemas estruturais como a concentração da terra e a violência no campo.
Leia a notícia completaTexto de conjuntura política importante para os movimentos sociais do campo.
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Conflitos no Campo 2025: ataques com agrotóxicos às comunidades continuam alarmantes
Mesmo com redução aparente dos registros, a CPT alerta que os ataques envolvendo pulverização e contaminação por agrotóxicos permanecem como grave forma de violência contra comunidades rurais.
Leia a notícia completaLeitura obrigatória para acompanhar a violência associada ao agronegócio. Não é só a bala que mata no campo.
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Famílias do Acampamento Pôr do Sol permanecem há mais de 45 dias em frente ao Incra em Marabá
Famílias acampadas seguem mobilizadas em frente ao Incra reivindicando acesso à terra e avanços na política de reforma agrária no sudeste paraense.
Leia a notícia completaA luta pela terra segue forte na região sudeste do Pará.
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Brasil tem segundo ano mais violento no campo desde 1985
O Brasil registrou 2.185 conflitos no campo em 2024, o segundo maior índice desde o início da série histórica da CPT, ficando atrás apenas de 2023.
Leia a notícia completaReportagem importante para contextualizar a permanência da violência agrária no país.
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Caderno de Terras Indígenas no Brasil: direitos territoriais, demandas por demarcação e pendências administrativas
O documento apresenta a situação administrativa de todas as Terras Indígenas do Brasil até 2025, com destaque para os territórios que ainda aguardam regularização.
Leia a notícia completaUma das publicações mais importantes do ano para acompanhar a questão territorial indígena.
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Relatório da CPT aponta aumento de 100% nos assassinatos no campo entre 2024 e 2025
O relatório destaca a permanência de altos índices de violência agrária e a concentração dos assassinatos na região Norte do país.
Leia a notícia completaMostra como a Amazônia segue sendo o principal foco dos conflitos fundiários.
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Como fundos e corporações expulsam pessoas de casa na cidade e no campo
Com impulso do Estado e fome voraz do capital global, imóveis urbanos e rurais que eram lugares para viver e produzir viram ativos para rentabilidade.
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