jatoba-cop
Sabemos que a construção urgente de outro presente e outro futuro não começa, nem termina, nas conferências do clima.
Sabemos que a construção urgente de outro presente e outro futuro não começa, nem termina, nas conferências do clima.
A ideia desse mecanismo foi concebida há mais de 15 anos por Kenneth Lay, quando ele atuava como executivo sênior no Banco Mundial.
Passados 30 anos desde sua primeira edição em Berlim, a COP acontece no Brasil com a mesma promessa: alinhar o mundo em torno de metas comuns para conter o avanço da crise climática.
No Brasil o maior responsável por emissões de gases do efeito estufa é o agronegócio.
As hidrovias previstas para a Amazônia representam, na verdade, caminhos fluviais de destruição.
A extração de petróleo na Amazônia não é um projeto de futuro. É a continuidade brutal de um passado colonial.
A luta das mulheres por dignidade, igualdade e justiça sempre andou de mãos dadas com as grandes transformações sociais e ambientais.
As cooperativas de catadores construíram uma infraestrutura ambiental e social que inclui centros verdes, plantas de triagem.
As obras e intervenções urbanas, celebradas em campanhas oficiais, não dialogam com a cidade real – uma Belém de 14 bacias hidrográficas.
Não surpreende que Israel veja na COP-30 uma oportunidade para tentar lavar sua imagem e esconder seus crimes e violências.